sábado, 20 de agosto de 2011

Avenida Volantes do Paraná Clube

Rapidinho que já tá começando o jogo da Seleção Sub-20.

E o Paraná perdeu mais uma em casa. Mas longe de toda a balela que todo mundo fala por aí, e das justificativas meio furadas do Roberto Fonseca vou além. Visão critica, e MUITO, do primeiro gol do Sport. O segundo gol não vou perder tempo porque foi um falha do Luciano Castan, que não acompanhou o Viçosa.

O Paraná joga com três volantes. Junior Urso como primeiro ali na frente da zaga, um monstro, joga muito. Serginho pela direita e Garroni pela esquerda. Tipo um simbolo ''<''. Pórem os dois ultimos não marcam como deveriam. Vejamos os lances:



Uma bola no circulo central, e nenhum dos tres marca efetivamente a armação do contra-ataque dos pernanbucanos. A bola chega em Thiaguinho com um espaço que o camisa 10 do Sport sonhou a vida inteira.



Foi necessário apenas um toque, de muita categoria, para deixar Willians completamente livre com Zé Carlos. Porque? Castan e Cris também nao marcavam o atacante. Aquilo não é nem marcação a distancia. É não marcar. Deu no que deu.



Aí o Roberto Fonseca ainda quer reclamar com o bandeira, bem colocado, do impedimento. Se bem que pode ser culpa da turma do amendoim todo esse espaço que as defensiva paranista oferece aos adversários né? Ahhhn tá... só pra saber mesmo. Vai começar a sub-20, deixa eu ir lá ver futebol.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Opiniões rápidas (ou não) do que nossos times andam fazendo por aí.

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E Renato Gaúcho parece que pode salvar o Atlético. Deu padrão de jogo ao time, resgatou algumas peças e tudo mais. Só que precisa parar de queimar Santiago "El Morro" Garcia como está fazendo. Ontem contra o Corinthians, o uruguaio teve em 45 minutos apenas 2 chances de gol. Atacante nenhum vira artilheiro se a bola não chega. Uma vítima. Dá pra ver que o garoto (20anos) se esforça, está querendo, mas não depende só dele. Se não tiver paciência, vao perder dinheiro.

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Não vi o jogo do Paraná na sexta (apenas uns 30 minutos do 2o Tempo) mas pelo que vi, li e ouvi, a coisa está querendo se complicar. Roberto Fonseca precisa agir com urgencia. O esquema com 3 volantes está previsivel. Sem Wellington, pior ainda. Resumindo, o Paraná precisa encontrar outras opções e deixar de lado este jeito óbvio de jogar. E escolher melhor as opções. Serginho era reserva no paranaense que o tricolor foi rebaixado. O titular eram Anderson e Camargo. Um nunca mais jogou e o outro será liberado. Pra mim é no minimo estranho. Serginho não evoluiu nada de lá pra cá. Pode isso, Arnaldo?
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A preguiça de falar do Coritiba é a mesma que o time apresenta, que Marcelo Oliveira demonstra no jogos e substituições, e a mesma que a diretoria cobra os resultados. Falta energia, falta vontade de vencer, vibração ao alvi-verde. E essa vibração tem que partir do treinador. Humm.. É o Marcelo Oliveira né? Ahhh tá... Então tá tudo normal. Jogar bem sem vencer continua sendo legal. Agrião é verde né? Combina com a provavel posição que o Coxa termina o Campeonato. Não sobe, nem cai. Será?

domingo, 19 de junho de 2011

Vida de treinador.

Sem desculpinhas pela falta de atualização, vamos ao que interessa.

Roberto Fonseca chegou botando ordem na casa. Acertou a zaga com a improvisação de Cástan, conseguiu fazer com que Serginho jogue bem ao lado de Urso e Garroni e liberou Wellington para criar como fazia no Arapongas. Porém só não pode começar a repetir os erros dos antecessores. Precisa confiar mais no elenco que tem, acreditar no material humano. Nenhum adversário até agora se mostrou superior ao Paraná Clube. Ainda mais depois da vitória contra o Goiás, ficou claro que é só o tricolor jogar que as coisas fluem naturalmente.. O time é bom! No empate contra o Náutico, não precisava recuar o time. Tinha Diego e Léo no banco. Opções com qualidade, deixariam o time mais ofensivo. Fonseca, a torcida está acreditando mais do que nunca. Os jogadores também. Falta você acreditar 100%.
PS.: Esse Jefferson Maranhão não mostrou nada ainda.

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Crise explodindo na Arena da Baixada. Adilson não é culpado. Tirou Paulo Baier do time, colocou dois atacantes, e usa as contratações que a diretoria disponibilizou. Mais não adianta.. o time não vai. Mas olhando bem.. tava meio na cara que o time não ia. Pelo histórico vejamos o que fizeram os principais jogadores do Atlético nas suas carreiras:
Guerrón fez UM bom jogo na sua carreira, a final da Libertadores. E só. Cleber Santana? Nunca mostrou futebol que justificasse todo o status que tem aqui. Marcelo Oliveira sempre foi promessa no Corinthians.. na LATERAL-ESQUERDA. Madson? Branquinho? Inconstantes sempre, não resolvem... e por aí vai.. Adaílton? Uns gols bonitos.. e acabou. Róbston? Kléberson? Piada. Resumindo.. não dá pra cobrar Adílson. Coisa tá feia na baixada. El Morro seria a solução? Sozinho não mesmo!

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Marcelo Oliveira vai cair. Tá na cara isso. Um time bom, para um treinador bem abaixo do elenco que tem o clube. Escala mal, mexe mal, insiste nos erros. Não vibra, não joga junto. Além da questão do treinador, alguns jogadores que estavam apenas numa boa fase, voltaram ao normal. Léo Gago é o exemplo mais claro. Em lugar nenhum jogou bem. Tanto que foi cedido pelo Vasco. Estava numa boa fase, jogando bem junto com o time. Com o time. Marcos Aurélio está fora a muito tempo, Anderson Aquino faz falta SIM. A bola bate no Bill e não entra mais. E pra piorar, Marcelo Oliveira inventou de tirar o Rafinha do lado direito. Era a unica coisa que realmente dava certo ali. Aí vem comentarista dizendo todo jogo que o Geraldo é a solução. Oi? Parei. Aguardemos os próximos capitulos.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O ''novo'' Atlético e seus velhos erros!


Atlético estreou contra o Arapongas na Arena da Baixada e foi derrotado por 2x1 e jogando muito mal. Apresentou os velhos problemas do ano passado, que custaram a vaga na tão sonhada Libertadores. Sérgio Soares começou o ano com praticamente o mesmo time que encerrou o ano passado, mesma postura e estrutura tática. Apenas alterações de peças que, teoricamente, não iriam mudar tanto a caracteristica do furacão. Rafael Santos no lugar do transferível Rodolpho, Alê no lugar de Chico, e Madson no lugar do reserva Branquinho.
Guerron (7) só tem uma jogada pela direita. Todos sabem disso. Se dá certo, leva perigo, porém isso é raro acontecer. Madson (11) é rápido, habilidoso e tudo mais e só isso. Sucumbiu a marcação no primeiro tempo. Baier (10) ainda sentindo inicio da temporada, também não foi tudo isso, além de sua limitação física pela idade. Diniz (2) e Paulinho (6) também não foram eficientes no apoio. Já Nieto (9) tocou a primeira vez na bola só depois dos 25 minutos do primeiro tempo. Fim do primeiro tempo: 2x0 pro bom time do Arapongas. Ai Sérgio Soares tentou ajudar...
Antes mesmo do intervalo, Deivid já tinha saído para entrada de Branquinho (16). Baier recuou um pouco e no intervalo Ivan Gonzales (17) entrou no lugar de Guerron, pelo lado direito. Eu até então lembro do paraguaio rendendo melhor pela esquerda, mas Madson foi deslocado para aquele setor. Mudanças não surtiram efeito. Atlético fez o abafa, mas sem volume de jogo e sem criatividade. Branquinho pouco produziu, Baier longe de ser genial. As jogadas pelas laterais completamente nulas. Wescley (18) entrou depois no lugar de Nieto e não acrescentou nada. Sérgio Soares tem um longo trabalho pela frente.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O novo Paraná Clube!

Após mais de 6 meses sem atualizar meu querido blog por falta de tempo, empenho e alguma dose de preguiça, volto aqui e talvez numa nova fase do mesmo. A boa e velha Resenha vem com um olhar mais tático. Ou não, afinal bem longe de ser um Mourinho ou um PVC. E sem maiores blábláblá vamos ao tema inicial. O novo Paraná Clube de 2011 com Roberto Cavalo desenvolvendo trabalho inteiro, como sempre reivindicou. Observações, contratações, pré-temporada e etc. Como todo ano, o Paraná Clube formulou todo elenco, permaneceram apenas poucos remanescentes de 2010, fora a perda, até o momento, daquela que seria a principal arma e figura desse time, o garoto Kelvin. Após o amistoso de ontem com o Cerro Portenho, tentei adivinhar o time que Cavalo vê como titular e a que eu, humilde corneteiro, escalaria:


Paulo Henrique (2) e Henrique (6) apoiam com muita frequência e velocidade, porém são deficientes na marcação. Penso então que Cavalo deverá protege-los com 3 volantes. Javier (5) mais fixo, como cão de guarda mesmo. Alan (7) e Camargo (8) com maior liberdade para este último. Tai (10) deve ser o responsável pela ligação no meio com Paulo Matos (11) chegando ao ataque com Deivis (9) que foi o melhor no amistoso, juntamente com Rafael Vaz. Porém, como os laterais que na verdade são alas sobem demais, acho que a tendência é uma proteção com 3 zagueiros, como Cavalo jogou ano passado.


Aqui Javier perde a vaga Para Onildo (3) que entra pelo lado direito da zaga. Carlinhos (5) vira o homem da sobra e Rafael Vaz (4) ganha liberdade para avançar pelo lado esquerdo. Os alas ganham liberdade para jogar, Alan (8) ficaria mais na proteção da zaga. Essa talvez seja a tendência se a zaga ficar vulnerável com apenas 2 zagueiros. Porém, o meu time não seria nenhum desses...


O esquema mais atual e completo do momento seria o utilizado por mim no atual Paraná Clube. Um 4-2-3-1 muito utilizado na Copa da África e na Europa. Entra o garoto Luizinho (11) pela direita, que foi foi muito bem na segunda parte do amistoso, e o também garoto Maicon (7) pela esquerda. Com velocidade suficiente para sempre chegar a frente e colocar Deivis (9) em condição de marcar. Tai (10) fica centralizado como homem de meio campo, responsável pela distribuição das jogadas. No meio, Alan e Camargo teriam que apoiar com menos frequência assim como os laterais. Sei que pode parecer loucura, mas pelo que vi no amistoso contra o Cerro, pra mim esta é a melhor formação. Mais técnica e mais veloz que o tradicional 4-4-2. Apenas uma idéia.